Oláááá tudo bemmmmmm?????
Fiz a prova da TRC, Morro dos Perdidos.
Cacilda, prova difícil e muito bacana.
Fui com o Benê na aventura.
Estou paradão nas corridas, aliás, ando meio devagar nos treinos, mas fui lá.
Prova bem organizada e percursso muito massa.
Já conhecia o Morro dos Perdidos. Tinha ido pra lá, e subi de bike 02 vezes.
Confesso que correndo é muito pior.
Mas no final, tudo certo, aliás quase tudo certo, não consegui ganhar do Pexe, ele chegou na minha frente, hehehehehe.
Tenho que me animar novamente com os treinos, fazer essas provas sem treinar, sofro mais que o necessário.
Estou com duas lesões: mão esquerda e ombro esquerdo, pode ser pela viagem de bike ou pelo fato de não me alongar muito e me lesionei na musculação no retorno da viagem, sei lá, vou fazer musculação de leves meio que fisioterapia para ver se melhora, senão, vou para antiflamatório e ou antibióticos.
Outra coisa, tenho que rever meus conceitos com relação ao uso de suspensão na bike, acho que to ficando véio.
Seguem as chapas da corrida.
Moooooooooooooooove
terça-feira, 21 de agosto de 2012
sábado, 11 de agosto de 2012
Estrada Real de Bike dia 08 - Guaratinguetá / Cunha
Oláááááá tudo bem?
Vamos lá, quase no final do relato.
O hotel de Guaratinguetá tem duas opções.
Do outro lado da rua. R$ 120,00, acho que é o hotel velho (ficamos nesse).
No central custa R$ 200,00. O café da manhã é no mesmo lugar. O café da manhã é bom.
Na saída, encontramos o pessoal de Brasília, eles estavam vindo desde Diamantina.
Na saída fizemos uma parada no mercado para comprar uns quitutes e simbora, tinha uma montanha para subir e descer.
O trecho hoje era todo no asfalto.
Logo na saída, já começa a subir, e não para mais.
Pedalável, mas bem longa. Como o cansaço já estava pegando, fizemos muitas paradas, afinal, o pedal total do dia seria de 50 km.
O dia estava uma beleza, nem calor e nem frio.
Na serra, tem um acostamento bem largo, bem seguro.
Masssssssssssss, depois do descidão, acabou o acostamento.
Uns 20 km sem acostamento, nada agradável pedalar, a patroa então, estressou.
Fizemos uma parada mais longa, no meio do caminho, tem uma lanchonete e um mercadinho.
Um pouco mais a frente, o Marconi nos encontrou. Pelo caminho do Olinto, segue pelo asfalto, fizemos isso.
Pela ER pega uma estradinha de chão seguindo até Cunha, o Marconi foi por lá, ele estava coletando informações da ER seguindo os marcos, ele fará um guia desde Diamantina.
Passando o estress da estrada sem acostamento, chegamos em Cunha bem cedo.
Uma bela surpresa também, uma pousada shouw de bola. Pousada Cheiro da Terra, chalés, R$ 150,00 por casal, negociamos 03 chalés, pois a turma de Diamantina também ficar por ali.
Aproveitamos o sol e a lavanderia da pousada para dar uma geral nas roupas.
A noite jantamos na pousada mesmo, nossa que delícia.
Em Cunha tem uma cerveja de trigo, um melllllll chamada Wolkemburg.
E o jantar também foi excelente, filé mignon com spaguet caseiro, uma delícia.
No jantar, conversando com o pessoal de Diamantina, fiquei sabendo que o Marconi, é o Batman, do grupo Batcaverna, o caboclo é famoso lá em Diamantina. No carnaval, ele passa numa tiroleza, e não é só o Batman, tem também a Batgirl, a patroa dele hauaauhauha, ainda vou passar um carnaval lá em Diamantina, esses mineiros são muito gente boa e gostam de uma festa, :D.
Pessoal de Diamantina: Marconi, Lizania, Magid e Patrícia, o casal não lembro o nome, estavam na pousada, não eram de Diamantina.
Tae o Batman, sem a máscara e a capa, huauauhauhauhauhauhauh
Seguem as chapas do dia:
Track do dia:
mooooooooooooooove
Vamos lá, quase no final do relato.
O hotel de Guaratinguetá tem duas opções.
Do outro lado da rua. R$ 120,00, acho que é o hotel velho (ficamos nesse).
No central custa R$ 200,00. O café da manhã é no mesmo lugar. O café da manhã é bom.
Na saída, encontramos o pessoal de Brasília, eles estavam vindo desde Diamantina.
| De Estrada Real de Bike dia 08 - Guaratinguetá / Cunha |
Na saída fizemos uma parada no mercado para comprar uns quitutes e simbora, tinha uma montanha para subir e descer.
O trecho hoje era todo no asfalto.
Logo na saída, já começa a subir, e não para mais.
Pedalável, mas bem longa. Como o cansaço já estava pegando, fizemos muitas paradas, afinal, o pedal total do dia seria de 50 km.
| De Estrada Real de Bike dia 08 - Guaratinguetá / Cunha |
| De Estrada Real de Bike dia 08 - Guaratinguetá / Cunha |
| De Estrada Real de Bike dia 08 - Guaratinguetá / Cunha |
O dia estava uma beleza, nem calor e nem frio.
Na serra, tem um acostamento bem largo, bem seguro.
Masssssssssssss, depois do descidão, acabou o acostamento.
Uns 20 km sem acostamento, nada agradável pedalar, a patroa então, estressou.
| De Estrada Real de Bike dia 08 - Guaratinguetá / Cunha |
Fizemos uma parada mais longa, no meio do caminho, tem uma lanchonete e um mercadinho.
| De Estrada Real de Bike dia 08 - Guaratinguetá / Cunha |
Um pouco mais a frente, o Marconi nos encontrou. Pelo caminho do Olinto, segue pelo asfalto, fizemos isso.
Pela ER pega uma estradinha de chão seguindo até Cunha, o Marconi foi por lá, ele estava coletando informações da ER seguindo os marcos, ele fará um guia desde Diamantina.
| De Estrada Real de Bike dia 08 - Guaratinguetá / Cunha |
Passando o estress da estrada sem acostamento, chegamos em Cunha bem cedo.
Uma bela surpresa também, uma pousada shouw de bola. Pousada Cheiro da Terra, chalés, R$ 150,00 por casal, negociamos 03 chalés, pois a turma de Diamantina também ficar por ali.
| De Estrada Real de Bike dia 08 - Guaratinguetá / Cunha |
| De Estrada Real de Bike dia 08 - Guaratinguetá / Cunha |
![]() |
| De Estrada Real de Bike dia 08 - Guaratinguetá / Cunha |
Aproveitamos o sol e a lavanderia da pousada para dar uma geral nas roupas.
| De Estrada Real de Bike dia 08 - Guaratinguetá / Cunha |
A noite jantamos na pousada mesmo, nossa que delícia.
Em Cunha tem uma cerveja de trigo, um melllllll chamada Wolkemburg.
E o jantar também foi excelente, filé mignon com spaguet caseiro, uma delícia.
![]() |
| De Estrada Real de Bike dia 08 - Guaratinguetá / Cunha |
![]() |
| De Estrada Real de Bike dia 08 - Guaratinguetá / Cunha |
No jantar, conversando com o pessoal de Diamantina, fiquei sabendo que o Marconi, é o Batman, do grupo Batcaverna, o caboclo é famoso lá em Diamantina. No carnaval, ele passa numa tiroleza, e não é só o Batman, tem também a Batgirl, a patroa dele hauaauhauha, ainda vou passar um carnaval lá em Diamantina, esses mineiros são muito gente boa e gostam de uma festa, :D.
Pessoal de Diamantina: Marconi, Lizania, Magid e Patrícia, o casal não lembro o nome, estavam na pousada, não eram de Diamantina.
| De Estrada Real de Bike dia 08 - Guaratinguetá / Cunha |
Tae o Batman, sem a máscara e a capa, huauauhauhauhauhauhauh
| De Estrada Real de Bike dia 08 - Guaratinguetá / Cunha |
Seguem as chapas do dia:
Track do dia:
mooooooooooooooove
domingo, 5 de agosto de 2012
Estrada Real de Bike dia 07 - Itanhandu/Passa Quatro/Garg Embaú/Cacho Paulista/Lorena/Guaratinguetá
Depois de um ótimo café da manhã, uma boa noite de sono.
Pousada Bonani, excelente o pouso.
Simbora pedalar.
De Itanhandu a Passa Quatro é um trecho sem subidas, acreditem sem subidas.
Cidade bacana, tiramos muitas fotos.
Bom, primeira parte do pedal era susse, depois muitas subidas.
E sobe bem.
Trecho de terra bacana, contorna a linha férrea e um rio.
Bacana. Com subidas curtas e inclinadas.
Um pequeno arrependimento. No gps, tinha marcado um ponto de paisagem, que era o túnel do trem do lado mineiro. Eu vi a entrada, mas era uma pirambeira abaixo, me deu preguiça, hehehehe.
Desafio era subir a Garganta do Embaú. Perto da Serra de Carrancas, foi mais susse.
Adeus Minas Gerais. Em breve voltaremos. Agora era pedalar em terreno paulista.
O caminho seguia por estrada de chão. A patroa tinha lido o relato do Lyra "descida técnica, cheia de pedras, single track, fritando pneus e batendo alforges", ela falou não vou ali nem fud,,,,,,,. uhauhahuauhauhauha.
Ok, descemos pelo asfalto mesmo, o caminho se cruzavam mais a frente. Asfalto com acostamento, a paroa até soltou mais os freios, heheheh.
O caminho segue pela Br um pedaço. Depois entra numa estrada de asfalto também, menos movimentado e muito agradável de pedalar.
No caminho até Cachoeira Paulista, encontramos o Marconi. Ele estava fazendo a estrada Real desde Diamantina, sozinho, seguindo os marcos da ER. Ele me disse que tem lugares bem ruins de pedalar e estradas pesadas, acho que por isso que Olinto fez o guia, heheheh. O Marconi, tem uma empresa de Aventuras em Diamantina - Quintal Radical.
Quando eu fizer a ER de Diamantina a Ouro Preto, já tenho um contanto lá em Diamantina.
Conversamos um bocado pedalando, e ele seguiu. Nós nos encontraríamos mais a frente.
Chegando em Guaratinguetá, de cara já não gostamos, meio sujo, trânsito infernal.
O caminho não passa em Lorena, deveria ter passado por lá, poderia ter sido uma melhor opção de pouso e descanso.
Em Guaratinguetá, ficamos no Hotel Kafé. R$ 120.00 por casal. Quarto ruim, café da manhã razoável.
Dia fechou com 85 km e 1200 de altimetria.
Itanhandu / Passa Quatro / Garganta do Embaú / Cach. Paulista / Lorena / Guaratinguetá
Segue o track planejado
Chapas do dia:
Mooooooooooove
Pousada Bonani, excelente o pouso.
Simbora pedalar.
De Itanhandu a Passa Quatro é um trecho sem subidas, acreditem sem subidas.
Cidade bacana, tiramos muitas fotos.
Bom, primeira parte do pedal era susse, depois muitas subidas.
E sobe bem.
Trecho de terra bacana, contorna a linha férrea e um rio.
Bacana. Com subidas curtas e inclinadas.
Um pequeno arrependimento. No gps, tinha marcado um ponto de paisagem, que era o túnel do trem do lado mineiro. Eu vi a entrada, mas era uma pirambeira abaixo, me deu preguiça, hehehehe.
Desafio era subir a Garganta do Embaú. Perto da Serra de Carrancas, foi mais susse.
Adeus Minas Gerais. Em breve voltaremos. Agora era pedalar em terreno paulista.
O caminho seguia por estrada de chão. A patroa tinha lido o relato do Lyra "descida técnica, cheia de pedras, single track, fritando pneus e batendo alforges", ela falou não vou ali nem fud,,,,,,,. uhauhahuauhauhauha.
Ok, descemos pelo asfalto mesmo, o caminho se cruzavam mais a frente. Asfalto com acostamento, a paroa até soltou mais os freios, heheheh.
O caminho segue pela Br um pedaço. Depois entra numa estrada de asfalto também, menos movimentado e muito agradável de pedalar.
No caminho até Cachoeira Paulista, encontramos o Marconi. Ele estava fazendo a estrada Real desde Diamantina, sozinho, seguindo os marcos da ER. Ele me disse que tem lugares bem ruins de pedalar e estradas pesadas, acho que por isso que Olinto fez o guia, heheheh. O Marconi, tem uma empresa de Aventuras em Diamantina - Quintal Radical.
Quando eu fizer a ER de Diamantina a Ouro Preto, já tenho um contanto lá em Diamantina.
Conversamos um bocado pedalando, e ele seguiu. Nós nos encontraríamos mais a frente.
Chegando em Guaratinguetá, de cara já não gostamos, meio sujo, trânsito infernal.
O caminho não passa em Lorena, deveria ter passado por lá, poderia ter sido uma melhor opção de pouso e descanso.
Em Guaratinguetá, ficamos no Hotel Kafé. R$ 120.00 por casal. Quarto ruim, café da manhã razoável.
Dia fechou com 85 km e 1200 de altimetria.
Itanhandu / Passa Quatro / Garganta do Embaú / Cach. Paulista / Lorena / Guaratinguetá
Segue o track planejado
Chapas do dia:
Mooooooooooove
Serra Farinha Seca - Montanha Polegar
Olááááááá', tudo bééééém???
Dando início aos serviços na Serra Farinha Seca, fui com o Luiz coletar o track do Polegar, colocarei em tópicos algumas informações sobre a pernada:
* começa na trilha do Mãe Catira / Sete
* falei com o tiozinho onde é o início da trilha, onde deixa o carro, ele me disse que pode chegar as 06:00 hs, antes disso meio ruim ele falou, pode dar uma buzinadinha caso ele não esteje ali por fora da casa
* agora tem um cachorro pentelho, quase me avançou, hehehehe, os outros continuam legais :D
* Pontos de água:
01) início da trilha do Mãe Catira
02) no vale entre Mãe Catira e Polegar tem dois pontos, indo pra lá, o primeiro estava com quase nada de água, o segundo muito bom, muita água
* está bem confuso a entrada da trilha do Polegar, o principal é prestar atenção no descampado, marcado no mapa a bifurcação
* a descida do Mão Catira para o Polegar exige um certo cuidado e esforço físico, é curto, mas bem inclinado
* cume do Polegar tem um belo visual, das paredes do Mãe Catira e Sete com o litoral ao fundo
* tempo de pernada:
01) 01 hora início da trilha até a bifurcação
02) 01 hora da bifurcação até o Polegar
03) acrescentem mais os tempos das paradas, assim sabem o tempo que levarão
* estimo que para ir ao Casfrei, tem que acrescentar mais umas 3 hs, para ir até lá e voltar
* Segundo o Pedro Hauck, a descida do Polegar para o Casfrei é tenso, vamos conferir, heheheh
Relato do Luiz -
Seguem as chapas :
Track Morro Polegar, da bifurcação até o cume com os pontos de água:

Moooooooooooooooove
Dando início aos serviços na Serra Farinha Seca, fui com o Luiz coletar o track do Polegar, colocarei em tópicos algumas informações sobre a pernada:
* começa na trilha do Mãe Catira / Sete
* falei com o tiozinho onde é o início da trilha, onde deixa o carro, ele me disse que pode chegar as 06:00 hs, antes disso meio ruim ele falou, pode dar uma buzinadinha caso ele não esteje ali por fora da casa
* agora tem um cachorro pentelho, quase me avançou, hehehehe, os outros continuam legais :D
* Pontos de água:
01) início da trilha do Mãe Catira
02) no vale entre Mãe Catira e Polegar tem dois pontos, indo pra lá, o primeiro estava com quase nada de água, o segundo muito bom, muita água
* está bem confuso a entrada da trilha do Polegar, o principal é prestar atenção no descampado, marcado no mapa a bifurcação
* a descida do Mão Catira para o Polegar exige um certo cuidado e esforço físico, é curto, mas bem inclinado
* cume do Polegar tem um belo visual, das paredes do Mãe Catira e Sete com o litoral ao fundo
* tempo de pernada:
01) 01 hora início da trilha até a bifurcação
02) 01 hora da bifurcação até o Polegar
03) acrescentem mais os tempos das paradas, assim sabem o tempo que levarão
* estimo que para ir ao Casfrei, tem que acrescentar mais umas 3 hs, para ir até lá e voltar
* Segundo o Pedro Hauck, a descida do Polegar para o Casfrei é tenso, vamos conferir, heheheh
Relato do Luiz -
Seguem as chapas :
Track Morro Polegar, da bifurcação até o cume com os pontos de água:
Moooooooooooooooove
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Estrada Real de Bike dia 06 - Baependi / Caxambu / Pouso Alto / Itanhandu
Melhor hotel em Baependi, é bem simples. Com um péssimo café da manhã.
Saímos e fomos direto na bicicletaria, trocamos os dois suporte de caramanhola da bike da patroa, quebraram os dois. Passamos na frente de um posto de gasolina onde tinha um tiozinho dando ducha nos carros. Parei na hora, a relação das bikes tava uma sujeira que só, nada que uma super ducha pra resolver o problema.
Passamos batido por Caxambu, agora seguimos para Pouso Alto.
No início, passamos por umas cachoeiras, no verão, com certeza dava um tibum.
Mais adiante, a patroa pediu para usar o WC para uma moça. Esse povo mineiro, são bão dimais. A patroa entrou, tomou café, comeu pão com doce, e ainda trouxe pra mim, huahuahuahuahua. Patroa fazendo amizades na Estrada Real.
Cruzamos com várias vacas de leite, elas nem deram bola para nós, se quer levantavam, hauahuahu
Este trecho da viagem é muito legal, e difícil, vai por estradas de chão, com subidas do nível - "quebra-corrente, segundo o Lyra". E são mesmo.
Passamos numa casa e vi que tinha um monte de ponkas e laranjas, não hesitei, e pedi para pegar algumas, como o povo mineiro são tudo gente boa, fui autorizado a pegar.
Pança cheira, simbora pedalar. Avistamos a Igreja da comunidade de longe, caramba, para chegar até ela tem uma subida de soltar as tiras.
Saímos da estrada principal, e seguimos por uma estradinha muito legal, passando pelas fazendas, cruzando várias porteiras, e MUUUUUUUITAS subidas, normal né?
Depois de encarar muitas subidas, veio a pirambeira. Um Descidão nervoso.
Pouso Alto parece ser uma cidade bacana, chegamos bem cedo, não valia a pena ficar.
Logo quando chega, tem o Bar Central. Não vá nele, pergunte pela Padaria.
UMMMMMMMMM, nos demos muito bem, não ficamos no bar e fomos pra padoca.
Um super sanduba de linguiça pura de porco com queijo e de sobremesa rocambole.
Saindo de Pouso Alto, para Itanhandu, passa pela Igreja central, depois entra na Br. Anda um trecho pelo asfalto.
Depois já entra em estrada de terra. Muito boa por sinal.
Perto de chegar a Itanhandu, a estrada vai margeando um rio e o trilho de trem.
Chegamos meio cedo, e fomos direto para uma bicicletaria, a lavada no posto, resolvou em partes o problema das correntes, fomos na Bike Box onde fomos muito bem atendidos. Fizeram uma limpeza no capricho, uma regulagem nas marchas e nos freios, ótimo serviço, valeu Leandro e seu fiel escudeiro o Leonardo, heheheh
Bikes limpas e reguladas, simbora pro pouso, o Leandro gentilmente nos emprestou o telefone e conseguimos uma pousada, aliás, seria a melhor até agora.
Chalés, com lareira, chuveiro a gás, um capricho e luxo. O nome da pousada é Bonani.
Era dia no meu níver, saímos para jantar, no Restaurante Beija Flor, muito bom também.
Seguem as chapas do dia:
Segue o track do sexto dia de pedal:
Fechamos o dia com 65 km e 1500 de altimetria.
Moooooooooooooove
Saímos e fomos direto na bicicletaria, trocamos os dois suporte de caramanhola da bike da patroa, quebraram os dois. Passamos na frente de um posto de gasolina onde tinha um tiozinho dando ducha nos carros. Parei na hora, a relação das bikes tava uma sujeira que só, nada que uma super ducha pra resolver o problema.
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
No início, passamos por umas cachoeiras, no verão, com certeza dava um tibum.
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
![]() |
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
![]() |
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
Logo quando chega, tem o Bar Central. Não vá nele, pergunte pela Padaria.
UMMMMMMMMM, nos demos muito bem, não ficamos no bar e fomos pra padoca.
Um super sanduba de linguiça pura de porco com queijo e de sobremesa rocambole.
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
![]() |
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
Depois já entra em estrada de terra. Muito boa por sinal.
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
Chegamos meio cedo, e fomos direto para uma bicicletaria, a lavada no posto, resolvou em partes o problema das correntes, fomos na Bike Box onde fomos muito bem atendidos. Fizeram uma limpeza no capricho, uma regulagem nas marchas e nos freios, ótimo serviço, valeu Leandro e seu fiel escudeiro o Leonardo, heheheh
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
| De Estrada Real de bike dia 6 - Baependi/Caxambu/Pouso Alto/Itanhandu |
Chalés, com lareira, chuveiro a gás, um capricho e luxo. O nome da pousada é Bonani.
Era dia no meu níver, saímos para jantar, no Restaurante Beija Flor, muito bom também.
Seguem as chapas do dia:
Segue o track do sexto dia de pedal:
Fechamos o dia com 65 km e 1500 de altimetria.
Moooooooooooooove
sábado, 28 de julho de 2012
Estrada Real de bike Dia 05 Carrancas/ Faz Traituba / Cruzilia / Baependi
Acordamos um pouco mais cedo, e com muita fome, heheheh
Um bom café da manhã. Passamos no mercado comprar rango para o dia de pedal, pois esse próximo trecho não teria nada no caminho, ahhh, tem sim, subidas.
Passei na pousada onde Glauco e Gerson estavam, não estavam prontos, ainda estavam num relax. Decidimos seguir, eles nos encontravam mais a frente. Mas foi nosso último contato com eles. Muito obrigado pela parceria nos pedais. Vlw Glauco e Gerson.
Carrancas tem muitas cachoeiras, um circuito, da Zilda é o mais famoso, fomos indicados a ir lá, mas não arriscamos, seguimos nosso planejamento.
Um dia volto lá.
Saindo de Carrancas, seguimos o Guia do Olinto, saindo da Estrada Real, encontrando com ela novamente mais adiante. O trecho é bacana, não tem nada de barzinho, vendinhas, nadica de nada. Chegamos na fazenda e ficamos debaixo de uma bela árvore, pausa para o rango que compramos no supermercado.
Um verdadeiro pic nic: maças, pão de queijo, pão com polenguinho, torrones, cenoura, paçocas etc etc.
Pança cheia, simbora pra Cruzília. O pedal estava rendendo, apesar do cansaço de ontem.
Estava um clima bem agradável, e as subidas eram mais "normais".
Chegamos em Cruzília meio cedo. Decidimos ir pra frente, até Baependi. Mais alguns quitutes e simbora.
Também o pedal rendeu. O trajeto foi bacana. Chegamos final da tarde em Baependi.
Fomos na Pousada Nhá Chica, não agradou a patroa.
Fomos para o hotel da cidade.
Na chegada do hotel, um cachorro nos avançou, a Patroa se assustou e pofffe pro chão, nada de grave, pequenos ematomas na Penélope. Quando ela foi levantar esmagou o retovisor, kkkk, nem sempre sorrindo.
Hotel São Miguel. Não curtimos. Pior café da manhã, internet não funcionou, chuveiro elétrico com pouca água.
A noite fomos na pracinha, tinha um bailão lá, heheheheh.
Fomos num butecão pé sujo, uma delícia. Melhor carne da cidade.
Restaurante do Dirceu, uma chapa com carne, queijo e batata por 20 dilmas. Comemos duas heheheheheh. E a cerveja é bem gelada.
Pança cheia da soninho.
Esse foi nosso quinto dia.
PS: o mamute aqui conseguiu deletar os tracks do dia 05 pra frente, ou seja mó merrrrrrda, mandarei o planejado, onde deste trecho até o final seguimos por ele, que foi o caminho que o Pedro e Lyra fizeram:
Final do dia pedalamos:
Carrancas / Faz Traituba / Cruzília / Baependi - 80 km com 1300 de altimetria.
Como o dia rendeu, poucas chapas:
Moooooooooooove
Um bom café da manhã. Passamos no mercado comprar rango para o dia de pedal, pois esse próximo trecho não teria nada no caminho, ahhh, tem sim, subidas.
Passei na pousada onde Glauco e Gerson estavam, não estavam prontos, ainda estavam num relax. Decidimos seguir, eles nos encontravam mais a frente. Mas foi nosso último contato com eles. Muito obrigado pela parceria nos pedais. Vlw Glauco e Gerson.
Carrancas tem muitas cachoeiras, um circuito, da Zilda é o mais famoso, fomos indicados a ir lá, mas não arriscamos, seguimos nosso planejamento.
Um dia volto lá.
Saindo de Carrancas, seguimos o Guia do Olinto, saindo da Estrada Real, encontrando com ela novamente mais adiante. O trecho é bacana, não tem nada de barzinho, vendinhas, nadica de nada. Chegamos na fazenda e ficamos debaixo de uma bela árvore, pausa para o rango que compramos no supermercado.
Um verdadeiro pic nic: maças, pão de queijo, pão com polenguinho, torrones, cenoura, paçocas etc etc.
Pança cheia, simbora pra Cruzília. O pedal estava rendendo, apesar do cansaço de ontem.
Estava um clima bem agradável, e as subidas eram mais "normais".
Chegamos em Cruzília meio cedo. Decidimos ir pra frente, até Baependi. Mais alguns quitutes e simbora.
Também o pedal rendeu. O trajeto foi bacana. Chegamos final da tarde em Baependi.
Fomos na Pousada Nhá Chica, não agradou a patroa.
Fomos para o hotel da cidade.
Na chegada do hotel, um cachorro nos avançou, a Patroa se assustou e pofffe pro chão, nada de grave, pequenos ematomas na Penélope. Quando ela foi levantar esmagou o retovisor, kkkk, nem sempre sorrindo.
Hotel São Miguel. Não curtimos. Pior café da manhã, internet não funcionou, chuveiro elétrico com pouca água.
A noite fomos na pracinha, tinha um bailão lá, heheheheh.
Fomos num butecão pé sujo, uma delícia. Melhor carne da cidade.
Restaurante do Dirceu, uma chapa com carne, queijo e batata por 20 dilmas. Comemos duas heheheheheh. E a cerveja é bem gelada.
Pança cheia da soninho.
Esse foi nosso quinto dia.
PS: o mamute aqui conseguiu deletar os tracks do dia 05 pra frente, ou seja mó merrrrrrda, mandarei o planejado, onde deste trecho até o final seguimos por ele, que foi o caminho que o Pedro e Lyra fizeram:
Final do dia pedalamos:
Carrancas / Faz Traituba / Cruzília / Baependi - 80 km com 1300 de altimetria.
Como o dia rendeu, poucas chapas:
Moooooooooooove
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Estrada Real Dia 04 - São João del Rei/ São Seb da Vitória / Caquende /Carrancas
A cagada da Viagem.
Saímos um pouco tarde, umas 9 (nos custou caro), com forte neblina e frio.
A saída de São João del Rei, muitas igrejas, ou seja, mais chapas.
Pegamos um trecho da Br e logo saímos numa estradinha de terra, bem bacana.
Neste dia, passamos por vários mata bikers, e olha tinha uns que matavam muitos bikers. Acho que o Instituto deveria colocar placas, ou colocar barras nas horizontais, com certeza alguém já se machucou.
Mais sobe e desce, cruzamos a linha férrea.
Passamos pela Comunidade Rio das Mortes, depois fui ver no guia e no TrackSource, que lá tem uma igreja com uma figura de um diabo, dentro da igreja, perdi essa :(
Chegamos a São Sebastião da Vitória um pouco tarde. Aqui mais uma parada, mas valeu a pena.
Pão de queijo recheado. Uma delícia. O bruto matou 3, carne seca com recheio extra de catupity, TAQUEUSPA.
Pança cheia, seguimos para Caquende / Capela do Saco. No caminho mais mata bikers, e dos grandes.
Neste trecho fizemos mais rápido, salvo quando tínhamos que parar para passar nos mata bikers.
Chegando na represa o visual é EPETACULAR.
Lá de cima avistamos uma balsa chegando, o Glauco e Gerson, se mandaram na frente para segurar a balsa, e deu certo, já chegamos e embarcamos.
A travessia é bem rápida. O Tiozinho para das 11:00 as 14:00 pro rango, e para de trabalhar as 18:00, ou seja fiquem espertos.
Aqui foi meu erro da viagem. Já eram umas 15:00 hs. Devia ter parado por aqui mesmo neste dia. Mas olhei no mapa e faltavam, "apenas 30km". Tinha uma pousada em Capela do Saco, onde mais a frente na nossa viagem, nosso amigo de Diamantina o Marconi me falou que a pousada era muito agradável, mas enfim, seguimos adiante.
De Capela do Saco até Carrancas, tem 30 km com mais de 600 de altimetria, e quase toda essa altimetria era no final, pensei que no começo nós iríamos render.
Que nada.
Foi subida do início ao fim. Detalhe, no final tinha a Serra de Carrancas, cheia de "cotovelos"no mapa.
Ps: quando vc visualizar cotovelos no gps, significa, fudeu caboclo vai subir pra cacete.
Voltando.
As horas foi se passando e nada de chegar a Serra.
O Lyra e Pedro se mandaram pro asfalto quando eles fizeram o percursso.
Eu cheguei na hora da bifurca, ou sobe a Serra pela terra, ou escapa para o asfalto, pelo roteamento automático do GPS, me mandava ir para o asfalto, pelo caminho original, pela terra.
O que o Mirdão fez????? Fui pela terra. Segundo erro do dia.
De cara uma placa, SÓ SOBE 4X4.
Mas já era, teríamos que subir. O GLauco e Gerson já tinham se mandado e em Carrancas me falaram que foram pelo asfalto.
A subida no início é pedalável, porém mais acima, fudeu. Tem umas inclinações de soltar o cu da bunda, e para ajudar AREIA. Parecia que estávamos na praia em certos momentos. Mas uma praia no escuro, com frio, fome e a patroa me fritando com os zóios.
Ela chegou no seu limite. Eu subia com o Bi Trem, largava lá encima e descia para buscar a bike da patroa, e assim fiz isso váááárias vezes.
O Lyra disse: "a curva lá em MG, é a inimiga da esperança". Melllldeus. É verdade.
Bom, terminamos a subida. Ufa agora é despencar. Que nada. A patroa ficou com medo da pirambeira, descemos um bom trecho empurrando as bikes. Agora quem tava só a capa do Batman era o Mirrrrdão.
Enfim chegamos em Carrancas, na praça estava tendo uma feirinha, com direito a cinema ao ar livre. Um caminhão do estado, promovendo o cinema nacional, bacana, mas to fora, quero carrrrrrrne. De cara matei três espetos de carne, quase sem mastigar, hehehehehe.
Fomos indicados a um restaurante, o único aberto aquela hora.
Roda dágua, cheguamos lá e o delicado aqui, parecia um Et de Vargínha, fedido e morto de fome, largou : "e aí pessoal, vcs já comeram? " kkkkkkkkkkkk Quebrei o clima geral do barraco, fiz meu pratinho de caminhoneiro, 01/03 (primeiro de três).
Dona patroa até largou mão, esse ta perdido mesmo, huauhahuauhauhahu
Glauco e Gerson ficaram na pousada ao lado da igreja. Liguei pra eles, e disse que iríamos ficar por ali mesmo, no Roda dágua, estávamos um bagaço. Eles foram jantar conosco.
Preço da pousada 120,00 dilmas por casal. Chuveiro bom. Quarto aceitável. Café da manhã muito bom.
Dica do dia, se chegar em Carrancas após as 15:00 hs já fique por lá. Pois cruzar a Serra no escuro não é legal, e lá de cima deve ter uma vista animal.
Segue o track do dia
Pedalamos 84 km com 1600 aproximados, com a Serra de Carrancas no final.
Segue as chapas do dia:
Saímos um pouco tarde, umas 9 (nos custou caro), com forte neblina e frio.
A saída de São João del Rei, muitas igrejas, ou seja, mais chapas.
| De Estrada Real dia 04 - São João del Rei / São Seb.da Vitória / Caquende / Cap. do Saco / Carrancas |
| De Estrada Real dia 04 - São João del Rei / São Seb.da Vitória / Caquende / Cap. do Saco / Carrancas |
| De Estrada Real dia 04 - São João del Rei / São Seb.da Vitória / Caquende / Cap. do Saco / Carrancas |
| De Estrada Real dia 04 - São João del Rei / São Seb.da Vitória / Caquende / Cap. do Saco / Carrancas |
![]() |
| De Estrada Real dia 04 - São João del Rei / São Seb.da Vitória / Caquende / Cap. do Saco / Carrancas |
![]() |
| De Estrada Real dia 04 - São João del Rei / São Seb.da Vitória / Caquende / Cap. do Saco / Carrancas |
Chegamos a São Sebastião da Vitória um pouco tarde. Aqui mais uma parada, mas valeu a pena.
Pão de queijo recheado. Uma delícia. O bruto matou 3, carne seca com recheio extra de catupity, TAQUEUSPA.
| De Estrada Real dia 04 - São João del Rei / São Seb.da Vitória / Caquende / Cap. do Saco / Carrancas |
Pança cheia, seguimos para Caquende / Capela do Saco. No caminho mais mata bikers, e dos grandes.
| De Estrada Real dia 04 - São João del Rei / São Seb.da Vitória / Caquende / Cap. do Saco / Carrancas |
| De Estrada Real dia 04 - São João del Rei / São Seb.da Vitória / Caquende / Cap. do Saco / Carrancas |
Neste trecho fizemos mais rápido, salvo quando tínhamos que parar para passar nos mata bikers.
Chegando na represa o visual é EPETACULAR.
![]() |
| De Estrada Real dia 04 - São João del Rei / São Seb.da Vitória / Caquende / Cap. do Saco / Carrancas |
| De Estrada Real dia 04 - São João del Rei / São Seb.da Vitória / Caquende / Cap. do Saco / Carrancas |
| De Estrada Real dia 04 - São João del Rei / São Seb.da Vitória / Caquende / Cap. do Saco / Carrancas |
Lá de cima avistamos uma balsa chegando, o Glauco e Gerson, se mandaram na frente para segurar a balsa, e deu certo, já chegamos e embarcamos.
| De Estrada Real dia 04 - São João del Rei / São Seb.da Vitória / Caquende / Cap. do Saco / Carrancas |
| De Estrada Real dia 04 - São João del Rei / São Seb.da Vitória / Caquende / Cap. do Saco / Carrancas |
| De Estrada Real dia 04 - São João del Rei / São Seb.da Vitória / Caquende / Cap. do Saco / Carrancas |
Aqui foi meu erro da viagem. Já eram umas 15:00 hs. Devia ter parado por aqui mesmo neste dia. Mas olhei no mapa e faltavam, "apenas 30km". Tinha uma pousada em Capela do Saco, onde mais a frente na nossa viagem, nosso amigo de Diamantina o Marconi me falou que a pousada era muito agradável, mas enfim, seguimos adiante.
De Capela do Saco até Carrancas, tem 30 km com mais de 600 de altimetria, e quase toda essa altimetria era no final, pensei que no começo nós iríamos render.
Que nada.
Foi subida do início ao fim. Detalhe, no final tinha a Serra de Carrancas, cheia de "cotovelos"no mapa.
Ps: quando vc visualizar cotovelos no gps, significa, fudeu caboclo vai subir pra cacete.
Voltando.
As horas foi se passando e nada de chegar a Serra.
O Lyra e Pedro se mandaram pro asfalto quando eles fizeram o percursso.
Eu cheguei na hora da bifurca, ou sobe a Serra pela terra, ou escapa para o asfalto, pelo roteamento automático do GPS, me mandava ir para o asfalto, pelo caminho original, pela terra.
O que o Mirdão fez????? Fui pela terra. Segundo erro do dia.
De cara uma placa, SÓ SOBE 4X4.
Mas já era, teríamos que subir. O GLauco e Gerson já tinham se mandado e em Carrancas me falaram que foram pelo asfalto.
A subida no início é pedalável, porém mais acima, fudeu. Tem umas inclinações de soltar o cu da bunda, e para ajudar AREIA. Parecia que estávamos na praia em certos momentos. Mas uma praia no escuro, com frio, fome e a patroa me fritando com os zóios.
Ela chegou no seu limite. Eu subia com o Bi Trem, largava lá encima e descia para buscar a bike da patroa, e assim fiz isso váááárias vezes.
| De Estrada Real dia 04 - São João del Rei / São Seb.da Vitória / Caquende / Cap. do Saco / Carrancas |
Bom, terminamos a subida. Ufa agora é despencar. Que nada. A patroa ficou com medo da pirambeira, descemos um bom trecho empurrando as bikes. Agora quem tava só a capa do Batman era o Mirrrrdão.
Enfim chegamos em Carrancas, na praça estava tendo uma feirinha, com direito a cinema ao ar livre. Um caminhão do estado, promovendo o cinema nacional, bacana, mas to fora, quero carrrrrrrne. De cara matei três espetos de carne, quase sem mastigar, hehehehehe.
Fomos indicados a um restaurante, o único aberto aquela hora.
Roda dágua, cheguamos lá e o delicado aqui, parecia um Et de Vargínha, fedido e morto de fome, largou : "e aí pessoal, vcs já comeram? " kkkkkkkkkkkk Quebrei o clima geral do barraco, fiz meu pratinho de caminhoneiro, 01/03 (primeiro de três).
Dona patroa até largou mão, esse ta perdido mesmo, huauhahuauhauhahu
Glauco e Gerson ficaram na pousada ao lado da igreja. Liguei pra eles, e disse que iríamos ficar por ali mesmo, no Roda dágua, estávamos um bagaço. Eles foram jantar conosco.
Preço da pousada 120,00 dilmas por casal. Chuveiro bom. Quarto aceitável. Café da manhã muito bom.
Dica do dia, se chegar em Carrancas após as 15:00 hs já fique por lá. Pois cruzar a Serra no escuro não é legal, e lá de cima deve ter uma vista animal.
Segue o track do dia
Pedalamos 84 km com 1600 aproximados, com a Serra de Carrancas no final.
Segue as chapas do dia:
Assinar:
Postagens (Atom)








