segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Prova Gralha Azul - Tijucas do Sul - 100 km - Corrida de Aventura

Porque meu Deus porque?
Lembra dessa série? Então...

Recebi o convite do Christopher para correr a prova em dupla pela Equipe Chauas uma honra.
Fiquei meio apreensivo mas simbora. Estou na ativa na bike e jogando bastante tênis então aceitei o desafio.

Bom vamos pra prova.
No início a grande cagada, esqueci minha sapatilha da bike e já corri uma vez sem sapatilha e sabia no que iria dar.
Fiquei puto da cara e com medo, mas segurei a onda com o capitão. Vamos em frente.
Primeiro PC - largava de bike, estradinhas de terra, muitas subidas e pedras soltas. Nesse primeiro PC quem pegasse, ganhava 30 minutos de bônus no final da corrida. Achei legal essa idéia. Estratégia das equipes. Se para buscar o PC fosse menor que 30 minutos na teoria valeria a pena, teria que contar o desgaste físico também. Capitão decidiu que valeria a pena e fomos buscar. Outra idéia boa da prova, self nos Pcs com TODOS integrantes das equipes, muito legal assim TODOS devem chegar nos PCs. PC1 Self na torre.
Segundo PC - ainda de bike em estradinhas cheia de pedras. PC2 self na casa
Terceiro Pc - mais bike, aqui minha posterior da coxa já deu sinal que não iria muito longe, pedalar sem sapatilha é dureza, você pedala tudo torto, meu pedal é crank brothers já imaginou pedalar com speedcroos ? Não é legal.
Navegação perfeita até o momento. Ritmo bom. Pernas ruins. Dá-lhe burcas.
Quarto Pc - nesse também era o esquema do bônus. Mas o capitão decidiu abortar. Pois tinha chance de erro. No final valeu a pena não ir para esse Pc. Total de bike na primeira perna foram quase 40km.
Quinto PC / AT - mostrar as selfs, deixar as bikes e ir para o remo. Cada um numa embarcação. Não sou um grande remador, como estávamos em terceiro no geral deu um gás de ânimo. Mas durou pouco.
Começaram as câimbras pela posição. Puta que pariu, uma hora era na perna esquerda outra hora na direita, tudo isso por ter esquecido a maldita sapatilha. Mas vamos lá. O remo foi longo, 16 km rio abaixo, ainda bem que era a favor da correnteza. Muitas curvas. Tivemos que parar para esvaziar minha embarcação, acho que estava furada.
Aqui no remo deu para alimentar bem. Mas as câimbras me judiaram. O ponto alto do remo foi atravessar a corredeira, nem preciso falar que virei né. Depois de 01:30:00 mais ou menos chegamos no AT. Estávamos em terceiro no geral.
PC 6 - depois do remo, o capitão foi para tiroleza no saltinho, pelas fotos foi massa, mas ainda bem que fiquei, além de comer e me hidratar, caprichei no biofenac nas pernas com muita massagem, as cãimbras se foram. Vamos para o trecking.
PC 7 - self na casa - agora começava a parte mais difícil da prova que era a parte do trecking, só morro e plantação de pinus, bem fácil navegar, achamos bem o PC 7, PC8 e o PC 9, o PC 10 judiou tinha que subir um morro lazarento, mas simbora.
PC 11 - era na igreja onde tinha que mostrar as selfs dos pcs 7/8/9/10
PC 12 - saímos do 11 em segundo lugar a cinco minutos de um quarteto que estava liderando. Começamos bem mas era muito difícil a navegação. Demoramos para achar o 12 que era uma frase numa placa. Aí fudeu de vez, nos perdemos e pior começou umas cólicas, aí já viu era só baixar as calças no mato e pofff. Nada de achar o caminho e eu marcando território. Nesse trecho estávamos com o quarteto da Guartelá e o Marcelo solo.
Nada de achar o caminho, toda dianteira que abrimos na prova se foi. Já eram 23:00 hs e nada do caminho, foi decidido seguir pelo rio até achar o PC, então incluímos o canyoning na prova, seguimos pelo rio e achamos o PC e AT, de volta pra bike.
PC 13 - no PC 12 vimos nossa posição, quarto no geral e primeiro nas duplas, opa, deu uma animada, mas aqui eu já estava destruído, diarréia e câimbas, mas tudo meio disfarçado para não abalar o capitão. Achar o PC 13 também foi sofrido, umas pirambeiras, sobe morro, desce morro, era uma self numa antena, então já viu tinha que subir pra caramba, depois erros e acertos achamos a maldita torre, e furou meu pneu. Bom, vamos lá, câimbas, diarréia e pneu furado. Mas tudo bem, vamos em frente.
PC 14 - entrega da self 12/13 e tinha mais um ainda, foi entregue uma coordenada de uma placa. Puta que pariu. Mais isso ainda.
PC 15 - mais bike, era o último, ritmo lento e bem sofrido. Achamos a maldita placa e agora só ir embora.
Chegamos no ginásio as 02:00 da manhã, e com a grata surpresa, quinto no geral e PRIMEIRO lugar na categoria dupla masculina, muito legal.
Dados finais aproximados:
Bike - mais de 70 km com muita altimetria
Remo - 16 km
Trecking - mais de 20 km com muita altimetria

Valeu Christopher pelo convite, foi uma honra correr com você e espero não ter desapontado.
Mais um título para a equipe Chauás.

Isso ae, simbora recuperar o corpo.
Segue algumas fotos.

Salto Mãe Catira e Cachoeiras Gêmeas

Temporada de cachoeiras.
Primeiro bate volta na cachoeira Gêmeas na Graciosa.
Depois Pernoite no Salto Mãe Catira.
E segue o baile.



terça-feira, 25 de agosto de 2015

Travessia Conjunto Marumbi - 136 anos da conquista do Olimpo

Mais uma pernada boa.
Foram na empreitada - Pacheco, Greysse, Christofer e Evandro.
Comemorando 136 anos da conquista do Olimpo, fomos na travessia dos 9 ou 10 cumes do conjunto Marumbi.
Pernada longa, cansativa e tensa, quando se fala em Marumbi, já sabe que é pro alto e avante e grau de exposição elevado, onde cordas e correntes são usados e rezar para que aguentem, hahhaha
Segue a ordem dos cumes que subimos:
1) facãozinho - trilha fechada, pensei que era mais fácil, cansa pra chegar lá e cume fechado
2) boa vista - irei voltar lá, chegamos lá com tempo fechado
3) pedra da lagartixa (cume ou não ? ) - bacana, subimos pela chaminé, tenso
4) olimpo - tradicional e imponente
5) gigante - volto lá de novo mas pela cista frontal, tenso
6) torre dos sinos - EPETACULARRRRRR, achei a montanha mais doida e com o melhor visual do Marumbi, mas pra chegar lá ...
7) ponta do tigre - sempre legal
8) esfinge - tem uma subida nervosa por corrente e entalamento numa fenda, cume mais ou menos fechado, não fui na ponta dela, volto lá
9) abrolhos - sempre legal
10) rochedinho - subimos pela trilha normal e descemos pela crista saindo nos trilhos

Ufffffaaaaaa, foi esse nosso trajeto. Cheguei só o pó da gaita.

Eliminei mais uns 4 afazeres da minha lista, e vamos que vamos.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Jacutinha e Salto Saci

Mais uma inédita para mim.
A peleja começa em Antonina no Bairro Alto, duas horas de carro, esse único inconveniente.
Lá na fazenda paga R$ 10.00 por carro, e chegamos bem cedo lá antes das 7:00 hs, sem problemas.
Inicia na trilha da Conceição e vai nela por uns 40 minutos, até chegar na trilha do Salto Saci, pegado a esquerda.
Trilha batida.
Vai seguindo por ela por uns 15 minutos até pegar a trilha pro Jacutinga e Saci.
Subindo vai até as manilhas, seguindo reto vai pro Saci.
Pega-se a esquerda andando pelas manilhas até a barragem.
Na barragem, você cruza e acha a trilha pela esquerda.
Não esqueça de pegar água, único ponto de água. Lembre-se que é água para a subida e descida.
Pegando a trilha começa tranquilo, depois ganha altura com pouca distância, ou seja para o alto e avante.
Pegará três lances de corda, vertical.
É confiar e vape pra cima.
Levamos 4 horas subindo num bom ritmo com apenas uma parada.
Não tem livro cume.
No cume é fechado, ande mais a frente que achará um mirante bacana com o visual do paredão do Ibitirati.
Encontramos fezes de bicho grande.
Levamos 02:30 hs para descer num bom ritmo.
Prepare seu joelho, a descida é forte e interminável.
Chegamos de dia ainda na trilha do salto Saci, e aproveitamos para matar mais esse afazer.
Lugar legal e bonito, uma boa opção para iniciantes e crianças.
O Jacutinga não é montanha fácil, trilha fechada e grau de inclinação grande.
Salto Saci é bacana e fácil de chegar.
Isso ae, mooooooooove

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Curiitba / 277 / Rota 66 / Anhaia / Morretes

Passeio de bike até a pousada Hakuna Matata em Morretes.
Descemos a 277 e pegamos a rota 66.
Parada na cachaçaria na estrada da Anhaia e seguimos para Morretes.
Saímos as 8 da matina e num ritmo bem tranquilo chegamos 13:30 na pousada.
Não curtimos muito a pousada Hakuna Matata.
Pelo preço que pegamos não valeu.
Seguem algumas chapas.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Salto Feitiço - Marumbi

Continuando a série, ir para onde não fui ainda.

Fui com o Yves para o famoso Salto Feitiço.
Faz parte de um conjunto de cachoeiras, sendo que começa lá no Véu da Noiva e vem descendo o Rio Ipiranga.
Deixamos o carro no estacionamento do Tião, um pouco a frente da Isabel, 10 pilas.
Umas das coisas que não me agrada nessa vida é subir aquela estrada do Marumbi, o troxo chato.
Enfim, chegamos na estradinha da Usina em 20 minutos.
Seguimos pela trilha do Salto Rosário, que inicia contornando a grade de proteção da Usina.
Como fui semana passada para o Rosário, andamos mais rápido e chegamos no Salto Rosário com 1 hora de caminhada. Paramos para comer e descansar.
Dali pra frente eu tinha um ponto no Gps, onde estava marcado a Cachoeira Feitiço.
Seguimos então em busca dela.
Depois do Rosário, tem uma escalaminhada onde ainda existe algum rastro, depois dali, é vara mato até o final.
Não existe marcação nem trilha, apenas alguns momentos onde você consegue caminhar sem cair, bater a canela, levar tombo, afundar o pé em chão falso de raízes e assim vai.
Até lá você passa por mais umas duas ou três cachoeiras, não descemos até elas, ficou para uma próxima, marcar o ponto das cachoeiras e descobrir os nomes corretos delas.
Enfim, chegamos no fim da linha, sempre seguindo pela margem esquerda do rio.
Ficamos meio indecisos, se era ali ou não, chegamos relativamente rápido, uma hora e pouco de caminhada.
Só podia se ali. Deixamos as mochilas num ponto, e começou nossa epopéia, onde estaria a famosa placa, hauahuahau.
Você chega num ponto, onde tem que subir, pelo lado direito não passa, somente pelo meio, onde tem uma queda razoável, o Yves achou uma passagem, pelo lado da queda, conseguiu subir na pedra, fui na cola.
Levamos uma corda, onde vimos nos relatos na Internet e Redinaldo e Edinaldo nos deram a dica para levar.
E pra passar a pedra???????
Yves tentou laçar uma pedra para fazer segurança com a corda e nada.
Depois de várias tentativas, decidimos ou vai ou racha.
Consegui me apoiar bem e fiz apoio com ombro e mãos para o Yves, aeeeeeeeeee, deu certo.
O lance torna perigoso pela exposição, e pelas pedras escorregadias.
Um tombo ali, vai se machucar bem.
Yves foi procurar a tal da placa, onde ficou alguns minutos aquele silêncio, e logo após ele disse que não tinha achado. Puts, uns minutos de tristeza no ar.
Falei que iria subir também para ajudar a procurar, nisso ele foi ver a pedra para passar a corda e me disse, achei, huauahuahuuhahuahuaahuahu
Passei a corda para o Yves e conseguiu fazer a segurança na pedra, onde consegui subir aos trancos e barrancos.
Enfim, uma chapa na tal da placa do Salto Feitiço. Mal conseguimos bater foto, pois estávamos completamente encharcados e como ali não bate sol, começou a tremedeira de frio, mas muito frio.
Tiramos fotos, e descemos com calma o lance da pedra, tiramos a corda, tomamos mais uma ducha na volta e seguimos com as mochilas um pouco mais abaixo onde tinha sol, ufa, agora sim, aquecidos, fizemos um lanche e descansamos bem susse.
Objetivo alcançado, iniciamos a volta, caramba mais vara mato na volta, subimos um pouco além do caminho que viemos, o sinal do GPS estava pipocando, então viemos varando mato na volta também.
Com a corda molhada, ficou bem mais pesada, voltamos mais lentos que a ida.
Enfim, depois de 01.30 chegamos novamente no Salto Rosário, mais uma grande pausa, estávamos com tempo e bem cansados.
Na volta do Rosário, tem umas árvores caída sobre a trilha onde pode dar uns perdidos, exige um pouco mais de atenção.
Depois de 1.20 chegamos na Usina, e para minha alegria, caminhar até o estacionamento na estradinha do Marumbi.
Agradeço ao Yves e simbora para as próximas.

#saltofeitiço #saltorosário

domingo, 26 de julho de 2015

Salto Rosário - Marumbi

Mais uma pernada das boas.
Foram nessa: Ale, Clodoaldo e Felipe.
Subimos de Jipão a chata estrada do Marumbi, deixamos a viatura na entrada da Usina da Copel.
A trilha inicia ao lado da cerca.
Logo depois o término da cerca, a trilha da uma fechada, com algumas árvores caídas a trilha da uns perdidos.
Depois atravessa o rio.
Trilha bem escorregadia com dois ou três lances de mais perigo, onde fica exposto a uma queda até que considerável.
Poucas marcações na trilha, mas bem batida com algumas partes mais escondidas.
Achei o caminho bacana, mas não é fácil, vai se sujar bastante e molhar o pézinho várias vezes, hehehehe.
Demoramos 01:30hs na ida e 01:15hs na volta.
Como deixamos o jipão ali na entrada, seguimos até a estação, onde colocamos os adesivos para arrumar a placa recém inaugurada com informações erradas. O Alexandre solicitou autorização do Harvey do IAP, onde foi arrumado a nomenclatura NORDESTE por NOROESTE, e foi colocado INTERDITADO na trilha do Gigante e do Facãozinho.
Como estava cedo, seguimos para o Rochedinho, onde pegamos um belo visual.
Isso ae.
Um sábado divertido, riscando mais dois ítens dos afazeres.

Seguem as chapas:

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Montanha Saci

Mais uma daquelas.
Continuando a série, ir onde não fui ainda.
Desta vez foi o Saci.
Presepada daquelas.
Montanha muito difícil e pouco acessada pelos montanhistas.
Facão assoviou bonito.
Trilha fechada e difícil.
Se tiver medo de altura não vá pra lá.
Tem cinco lances com cordas precárias, e tem uma parte onde você anda pela crista com precipícios dos dois lados.
Foram comigo o Denis e Oscar.
Na medida do possível abrimos a trilha e fitamos algumas partes.
Aconselho para quem for, ir com gps e facão vai precisar.
Isso ae, quem quiser mais informações é só chamar.
Vale o esforço o visual do cume é bacana, você fica de frente para o paredão do Ibitirati.

Isso ae.

Moooooooove

terça-feira, 9 de junho de 2015

Montanha Ferraria - subida pela crista dos 500 anos

Oláááá tudo bééémmmm?

Mais uma pernada nervosa de ataue.
Subida do Ferraria pela crista dos 500 anos, por bairro alto em Antonina,

Pernada longa e difícil.
Foram comigo o Christofer e Maurício.
Começa pela trilha da Conceição, anda um bom pedaço e tem uma entrada a esquerda.
Após isso, é para o alto e avante, sem refresco.
Estava bem fechada a trilha e pouca sinalização.
Aconselho a não ir sem gps, pois até chegar na Crista, o caminho fica meio confuso.
Subida forte com vários pontos de exposição. Se tiver medo de altura não vá.
Tem um ponto de água estratégico na subida.
O lance mais perigoso, é o paredão onde tem uma corda e fica bem exposto para as pirambeiras.
Demoramos 6 horas pra subir, abrindo trilha e 4 horas pra descer.
Poucas fotos eu tirei o Christofer foi o fotógrafo oficial da peleja, assim que tiver mais fotos posto no Picasa.

Isso ae.

Moooooooove

sábado, 4 de abril de 2015

Marumbi - Ponta do Tigre

Oláááááá tudo béééém?

De volta a postar no blog.
Primeira montanha do ano, e comecei bem.
Tempo excelente, nada de MMC.
Fui com Evandro (subimos de Troller até a estação, isso é um luxo), Cruel e Pedro.

Subida forte e estava um pouco molhado, muita calma nessa hora.
Alguns tombinhos e arranhões, nada de anormal.

No final do dia, fomos para Dona Siroba e matei um barreado daqueles.

Isso se, segue álbum das chapas do dia.
Muitas fotos são do Pedro.

Aberta temporada de montanha 2015, moooooooove.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Mutirão limpeza PP

O Cruel agitou o evento.
Fui com Ale e Lesma.
Contou com alguns do CPM também, Juliana Suzuki entre outros.
Encontrei o Mauro e Konda, amigos do Rodrigo onde estávamos para marcar outra presepada.

Mas o bacana, é que o Harvey do IAP também participou e ficou nos esperando até o final para ver o resultado.
Não acho certo o que fazem por lá. Não acho certo a cobrança que tem por lá.
Mas resolvi participar para dar uma ajuda a montanha e ponto final.
Trouxemos lixo pra caralho. Uma pena.
Acho bacana as pessoas irem para a montanha, mas o tipo de lixo que encontramos foi assustador.
Quem deixa essas coisas por lá é muito fdp.

Para compensar o esforço um belo dia com céu de brigadeiro.

PS: quando for participar de mutirões como esses favor levar:
* mochilas grandes
* luvas
* sacos resistentes de lixo
* mosquetões qualquer tamanho muito útil para amarrar o lixo
* cordeletes / corda / extensores - ajuda para amarrar o lixo na parte de fora da mochila

Alguma chapas:

Marumbi Trophy

Mais uma prova de montanha onde fiz parte da equipe de segurança, fechei a trilha dos 16km.
Além disso durante a semana ajudei no mapeamento e ajustes do percurso.
Ficou muito bacana a prova.
Nada de grave aconteceu. Ainda bem que não choveu.

Segue algumas chapas.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Estrada da Mamona / Trilha da Mamona / Estação Porto de Cima / Cachoeira Bom Jardim

Fui com Nogaroli fazer um mapeamento da prova do Marumbi Trophy.
Depois fizemos umas caminhadas por lá.

Eu não sabia, mas existe a estrada da Mamona, que é uma estrada onde se tiver um carro alto ou 4x4 você chega nos trilhos de trem perto da Estação de Porto de Cima. Saindo dessa estrada você anda nos trilhos, e tem dois cortes, nas grandes curvas, saindo lá no túnel abandonado ou fantasma como queiram.

E existe também a trilha da Mamona do Vita, um belo corte numa trilha saindo numa chácara particular.

Ainda passei pela Cachoeira Bom Jardim, uma bela cachoeira com uma piscina epetacular!!!!!
No final da estrada da Mamona, você pega a esquerda nos trilhos, andando 2.5 km chegando na ponte onde tem uma placa com o nome errado, está Ponte sobre o Rio Bom Jesus, que na verdade o nome real é Rio Bom Jardim, segundo o Nogaroli.

Dia bem aproveitado, mais lugares novos que conheci.

Farei um intensivão na região do Marumbi, tem muita coisa para passar onde não passei, heheheh


Moooooooooooooove

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Trilha da Conceição - Janela da Conceição e Janela da Cotia

Enfim, fiz a famosa trilha da Conceição e suas duas janelas.
Fui com o Yves e o dog da fazenda o famoso Nescau, que nos acompanhou toda a pernada, inclusive dentro dos túneis.
A pernada começa em Bairro Alto, em Antonina.
O tio lá não cobrou nada.
Início da trilha é por estradinha, falei com o tio lá e da pra subir de 4x4 na boa até a ponte quebrada, pode deixar lá a viatura e seguir o caminho a pé, nessa brincadeira, economiza uma hora e pouco cada perna, e disse que não tem perigo deixar lá.
Como não tenho 4x4, seguimos a pé mesmo.
Demoramos 1 hora até a ponte, ritmo bom.
De Janela da Cotia /Janela da Conceição. Trilha da Conceição.
De Janela da Cotia /Janela da Conceição. Trilha da Conceição.
De Janela da Cotia /Janela da Conceição. Trilha da Conceição.

Depois da ponte começa a fechar mais a estradinha.
Tem água pelo caminho, não precisa nem levar, só vai repondo.
Vai na boa, passando por pontes de ferro, logicamente exige um certo cuidado para não cair, heheheh
De Janela da Cotia /Janela da Conceição. Trilha da Conceição.
De Janela da Cotia /Janela da Conceição. Trilha da Conceição.

Chegando na bifurcação com a picada do Cristóvão, você pega pra direita, aí sim o troxo da uma complicada.
Trilha bem fechada, espinhos e árvores caídas.
Da bifurca até a Janela da Conceição é a parte mais complicada, devido a dificuldade da trilha ser bem fechada.
Depois de muitas arranhadas no pescoço, tombos chegamos nas ruínas e na Janela da Conceição.
Esse túnel tem mais de 1200 metros, um breu lascado, morcegos e por nossa sorte a água não chegou a bater no joelho.
Não me sinto confortável nesse tipo de ambiente, mas enfim, com lanternas a postos chegamos até o final.
Demora quase uma hora par ir e voltar até o final do túnel.
Alguns rasantes de morcegos mas tudo certo. Foto tirada, descanso e simbora voltar até a bifurca para o outro túnel, a Janela da Cotia.
De Janela da Cotia /Janela da Conceição. Trilha da Conceição.
De Janela da Cotia /Janela da Conceição. Trilha da Conceição.
De Janela da Cotia /Janela da Conceição. Trilha da Conceição.
De Janela da Cotia /Janela da Conceição. Trilha da Conceição.

Na ida vc sobe, na volta vc desce. Voltamos num ritmo muito bom, até passamos um pouco da entrada para o Cotia, erro consertado agora é ladeira acima.
Nessa parte, você sobe por um pequeno rio seco, muitas pedras, a subida é cansativa depois de ter ido até a Conceição.
Vai subindo na boa, chegando onde você cruza o rio, pegando o braço mais a esquerda do rio Cotia, mais seco e mais seguro.
De Janela da Cotia /Janela da Conceição. Trilha da Conceição.
De Janela da Cotia /Janela da Conceição. Trilha da Conceição.

Aí você você pode subir pelo discoporto como na foto abaixo.
De Janela da Cotia /Janela da Conceição. Trilha da Conceição.

Ou seguir pelo rio mesmo, chegando na ponte quebrada como na foto abaixo.
De Janela da Cotia /Janela da Conceição. Trilha da Conceição.

Ambos os caminhos chegam no mesmo lugar.
A entrada para a Janela da Cotia, é a esquerda da ponte quebrada.
Esse túnel é mais curto e mais seco, uns 300 metros de breu e menos morcegos que o outro.
De Janela da Cotia /Janela da Conceição. Trilha da Conceição.
De Janela da Cotia /Janela da Conceição. Trilha da Conceição.
De Janela da Cotia /Janela da Conceição. Trilha da Conceição.

Na ida fomos pelo rio, na volta passamos pelo discoporto.
De Janela da Cotia /Janela da Conceição. Trilha da Conceição.
De Janela da Cotia /Janela da Conceição. Trilha da Conceição.

Voltamos num ritmo bom.
A entrada para a Janela da Cotia fica bem próxima da ponte.
Então agora seria voltar até fazenda pela estradinha.
Chegamos ainda de dia, uma beleza.
Começamos a pernada 09:40 e terminamos 17:45.
A pernada é longa, 28km aproximadamente.
Nos arrumamos, e zarpamos.
Achamos o Rei do Pastel aberto ainda ali em São João. Um super A4 com aquela coca gelada, uma beleza.

Isso ae, mais uma pernada inédita para mim, e sem chuva.
Estava nos afazeres a muito tempo.
Mandei o track pro gpsies, aqui ó: GPSies - Trilha da Conceição / Janela da Cotia / Janela Conceição

Para conhecer mais a história do lugar, veja no blog do Papael - http://rafakoz.blogspot.com.br/2011/09/conceicao-fronteira-final-da-janela.html

Mais chapas da pernada abaixo.

Moooooooooooooooooove


Cometi um pequeno erro.
Eu desci meio rapidão e acabei passando da bifurcação para o braço seco do rio, acabamos voltando pelo rio mesmo, algumas pedras maiores e mais molhado. Mas da pra ir na boa, chegando na parte do cruzo, é só entrar na trilha novamente e simbora.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Maratona dos Perdidos - Araçatuba

Neste final de semana, participei da equipe de resgate fazendo fecha trilha da prova.
Meu trecho era a parte final, saindo do km 21 indo até o 44 km.
Dormi por lá na sexta e sabadão cedo começou o agito. Eu começaria a correr após hora do corte, que seriam as 12:00 hs.
Enquanto isso, ajudei no PA, ajudando a servir os atletas com coca, sopa, frutas etc.
Meu é Vietnã o troço.
Os primeiros colocados, meu Deus, os caras são uns doentes, picotam os números, nem respiram, comem uma paçoca, golão na coca e vape, se mandam.
Depois começam a chegar os corredores normais. Ficam um pouco mais e comem mais, esses com objetivo de terminar a prova.
Chegando perto do horário do corte começam a chegar os atletas mais quebrados, e pior, uns ainda quiseram continuar.
Bateu 12:00 hs e segui. Fui acompanhando uma atleta de São Paulo. Tive que ser sincero com ela. Estava sem condições de prosseguir. Logo depois da casa do Prof. Amadeu, ela já estava se arrastando, com problema na perda esquerda. Depois de um trabalho de psicologia, fiz com que ela voltasse, estávamos bem perto do PA ainda. Foi a melhor coisa que ela fez, pois a pior parte da prova ainda estava por vir.
Assim que ela desistiu, segui correndo até encontrar o último. Mais um atleta com problema. Todo lascado. Conversei com ele, e estava sem condições de prosseguir. Voltou também. Segui correndo até chegar no próximo, também estava mal. Consegui que ele ficasse no próximo PC, onde o Clodoaldo estava com o carro. Ufa, ainda bem que o atleta parou, também não estava bem.
Depois corri até chegar na Carina, e segui com ela até o final. Não estava bem, mas aos trancos e barrancos chegou até o final, chegamos as 18:30 já sem luz natural.
Prova pesada, e com altimetria fudida. Ainda bem que fomos abençoados com um belo dia de sol, se chovesse Jesuis, tava lascado.
Como tive bastante trabalho com os atletas, não tirei fotos, direto com rádio amador, repassando informações.
Segue abaixo o percurso da prova.

GPSies - Maratona dos Perdidos / Araçatuba - TRC

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Camapuã

Pernadinha bacana até Camapuã.
Tempo bom e muito movimentada. Muita gente pelo caminho.
O acesso foi arrumado, agora chega de carro até a base no Bolinha.
Está custando R$ 10,00 por pessoa.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Agudo da Cotia via Marco 22

Temporada de montanha está fluindo bem, riscando os afazeres.
Fui com o Élcio, no Agudo da Cotia via marco 22 na Graciosa, feito ainda inédito, assim dito pelo Élcio.
Entrou na minha lista do "porque meu Deus, porque??????"
Pernada difícil, trilha muito selvagem, e molhada.
Abrimos uma trilha nova até a garganta 235, eliminando ao máximo andar nos rios.

* do marco 22 a cachoeira do Mãe Catira, pega a trilha antiga até o grande rio, depois entra na trilha que abrimos, chegando na cachoeira com 02:00 hs 03:00 hs de caminhada, o que dificultou agora, são as grandes árvores que caíram em cima da trilha.

* sobe a cachoeira, passa pelo dick diabásio, e vai pela trilha que abrimos, com mais 02:00 hs de caminhada, chegando na garganta 235

* saíndo da garganta um trecho fudido até o rio, aí é andar em rio por umas 04:00 até o Colina Verde, ficar atento nas entradas e saídas dos rios, devidamente sinalizado com fitas amarelas

* chegamos muito tarde, pois tivemos que fitar mais o caminho depois da garganta e dar uma limpada na trilha, armamos acampamento, rango e berço

* durante a noite vento forte e uma garoa e chuva, amanheceu fechado demoramos para sair para o ataque ao Agudo da Cotia

* da Colina Verde ao Agudo da Cotia, é para o alto e avante, trilha já formada, demoramos 00:30 minutos até o cume, onde pegamos tempo bom, mas não 100% de visual, mas melhor que chuva né? heheheh

* depois voltamos, desmontamos acampamento e muque na chocolatera, voltamos pelo mesmo caminho

Algumas dicas:

* tenho o track, caso alguém precise só entrar em contato que mando
* pernada difícil e perigosa, achei a mais difícil até agora, pelo fato da trilha ser selvagem, andar em rio, navegação complicada e região muito úmida
* fazer de ataque da pra fazer, desejo sorte, mas vai se foder muito, mas muito mesmo
* caso alguém for, não me chame, darei um tempo nessa trilha, volto pra lá pra ir na cachoeira

É isso.

Mooooooooooooooooove


sexta-feira, 6 de junho de 2014

Caminho do Itupava

* ônibus saindo do Terminal Guadalupe - 06:45 - Curitiba / Quatro Barras pela Br 116 - custo R$ 3.20 - demora mais ou menos 01 hora até chegar no terminal de Quatro Barras. Nos dias de semana tem que pegar outro busão para Borda do Campo, demora mais ou menos uns 20 minutos até o ponto final que fica uns 100 metros do início da caminhada. Nos finais de semana parece que não precisa trocar de busão, ele vai direto para o ponto final.

* Iap está funcionando normalmente, fazendo o cadastro no início e assinando lá embaixo no Iap do Marumbi

* fizemos uma parte pela trilha, saímos da trilha e entramos na represa Véu da Noiva e seguimos pelo trilho até estação Marumbi

* pelo trilho é mais longo e demorado, pois passa pelos túneis e pontes, onde deve-se tomar cuidado com o trem, não fique dando bobeira nas pontes, escuta se o trem está por perto e passa vazado

* gruta e casa do Ipiranga - tudo pichado e cheio de lixo

* Roda d"água - sempre bacana parar por lá fazer um lanche

* chegamos na boca da cachoeira Véu da Noiva, assustador e meio perigoso

* Garganta do Diabo, lugar show

* Viaduto Carvalho - símbolo da estrada de ferro, depois de muito tempo passei por lá

* estação / represa Véu da Noiva - bacana

* bica Barão Cerro Azul - um bom lugar para um descanso

* Cadeado - um bom lugar para parar, esquilos são presença constantes

* No total da caminhada foram 28 km, desde o Iap até o estacionamento da Dona Isabel, onde arrumamos carona, apesar de ser considerada fácil, é uma caminhada longa e cansativa, estava seco então andamos bem, se tiver molhado, aí pode contar uns 5 tombos por pessoa, não esqueça de usar uma boa bota ou tênis adequado, água não precisa levar, tem por todo caminho, só repondo na caramanhola

* Para não depender de Van, a pernada fica mais longa, tem que ir até a Igreja / Dona Siroba e arrumar táxi até Rodoviária de Morretes - custo R$ 15,00, onde tem busão as 16:45 e as 20:15 - ao custo de R$ 16.16, ou tentar carona. Como a Graciosa ainda está fechada, essa parte está meio chata, pois com a Graciosa aberta, tem busão que passa por ali, não precisando ir até o centro de Morretes, mas por enquanto está fora essa possibilidade